Inovação: invista para sobreviver à crise!

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Desde que a internet foi inserida em nossa realidade e passou a ganhar força tanto no dia a dia das empresas quanto no das pessoas em geral uma série de evoluções começaram a acontecer em muitas áreas.

A facilidade de comunicação trazida por ela e as inúmeras possibilidades de realizar diversas tarefas de forma mais simples e impulsionaram verdadeiras transformações de grandes impactos.

Com isso, cada vez mais as empresas foram sentindo — e ainda sentem — a pressão por buscar inovação.

Em um mercado no qual os consumidores estão se tornando mais e mais exigentes, pelas facilidades que a tecnologia promove, é natural que isso aconteça. Então não é bem, digamos, novidade.
No entanto, com a atual crise econômica pela qual estamos passando, esse cenário se torna ainda mais evidente.

Com a necessidade de redução de custos e otimização de recursos para aumentar a produtividade sem elevar gastos, as empresas estão precisando recorrer, inevitavelmente, a novas ideias.

Se tornou, além de medida altamente recomendável, indispensável até mesmo para se sobreviver à crise.

Elas, por sua vez, ajudam a conquistar e manter fiel o público consumidor e a entregar soluções cada vez mais ajustadas às demandas dos clientes, buscando destaque da concorrência.

Para entender melhor como esse processo está se tornando mais delineado, acompanhe as razões pelas quais sua empresa precisa investir nesse conceito também:

Inovação ajuda a atender as expectativas do consumidor atual

Praticidade  a palavra da vez 

Com o comportamento dos potenciais clientes mudando, e com a entrada de novas mídias e recursos online, vivemos em uma era de transformação e convergência digital em que o consumidor é omnichannel.

Com a web, as pessoas têm comodidade para comprar, vender, obter informações, consultar, fazer transações, entreter — entre diversas coisas. Segundo estudos do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), realizados nas 27 capitais do país, cresce cada vez mais o hábito de comprar pela internet no país, denotando tal realidade no perfil do consumidor.

Mesmo em época de crise, 43% dos consumidores online apresentaram aumento de demanda, segundo essa mesma fonte.

É aquela tal história: enquanto muitas lojas físicas estão baixando as portas ou reduzindo operações por excesso de custos, efeitos da crise e poucas vendas, a tecnologia está dando conta de compensar na outra parte.

Em meio à crise, aliás, já foi apontado pela Associação do Comércio Eletrônico um aumento de 7,4% nos lucros das vendas online, enquanto as lojas físicas, como acabamos de abordar, se veem numa queda brusca de 6,2% no total arrecadado, segundo o IBGE.

Conforme novas tecnologias e dispositivos foram sendo inseridos no dia a dia, tudo pode começar a ser feito com apenas alguns cliques, na tela do próprio smartphone e de onde se estiver. É a mobilidade.

Tal cenário nos mostra que mesmo em um momento desfavorável da economia é possível sobreviver — e até crescer — com investimento em inovação e em soluções que vão ao encontro do que esses clientes estão buscando.

A inovação ajuda e é necessário para que a empresa vá na contramão da crise!

inovação

Os clientes agora têm e buscam mais alternativas  e é preciso oferecer isso a eles por meio de inovação

Isso significa que ele consome conteúdo em diversas frentes (TV, internet, rádio) e muitas vezes simultaneamente. Quer dizer, em outras palavras, que está mais conectado do que nunca e, consequentemente, mais receptivo — ou mais seletivo — em relação a investidas das empresas.

O Brasil, aliás, de acordo com pesquisas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), jamais esteve tão conectado como agora.

Da mesma forma, por ter a facilidade da tecnologia nas mãos, em época de crise ele também pode usar ferramentas desse meio para se planejar melhor, pesquisar a oferta mais vantajosa entre concorrentes e assim por diante, ditando uma nova forma de fazer negócios impactada também pelo momento econômico (que exige mais cautela).

A crise, portanto, reflete para as empresas e para eles. E a forma como se usa a tecnologia e a inovação nesse meio é o que faz toda a diferença.

Aliás, o próprio fenômeno chamado de economia colaborativa está chamando atenção nessa conjuntura. O modo como as empresas ofertam e como os clientes consomem muda e muda mais ainda em tempos de dificuldade, nos quais se está em busca do melhor custo x benefício mais do que nunca.

Aqui deve-se prestar ainda atenção em algo: se seus concorrentes também estão inovando e a internet permite diversos tipos de distrações é necessário não descuidar nunca desse processo, para desenvolver diferenciais.

A era dos aplicativos

Nesse contexto, a utilização de aplicativos não só para realizar compras como também para obter informações, comparativos e ajuda online para n situações com as quais as empresas podem contribuir também cresceu.

Afinal, a inovação pode ser a criação de um aplicativo.

Não à toa, esse setor ainda tem muito a crescer e deve receber bastante investimento das empresas. Segundo o Gartner, no ano passado, 31% das empresas pretendiam aumentar a investida no desenvolvimento de aplicações móveis.

Para isso cresce a necessidade por encontrar formas de desenvolvê-las mais eficaz e rapidamente. Empresas que conseguem entregar maior praticidade e valor agregado aos clientes saem na frente.

Eles já estão na realidade de negócios fazendo muita diferença: aplicativos estão se mostrando bastante representativos na questão de inovação em bancos, por exemplo. A adoção de modelos digitais por essas companhias tem feito sucesso com seus clientes, chegando a responder, em alguns casos, por até 60% do total de operações realizadas por eles.

O próprio Uber tem sido um exemplo recente e, de acordo com o The Global Information Technology Report de 2016, a natureza desse movimento deve continuar se popularizando em outras esferas. A digitalização da economia, como vem sendo chamado o processo, está impondo desafios ao mercado e é preciso acompanhá-los.

Em algumas outras áreas é notável a revolução que aplicações inovadoras estão causando. É o caso da medicina. Aplicativos que informam dados pessoais sobre a saúde, agilizam procedimentos, orientam e até auxiliam em diagnósticos estão aparecendo em cena.

Para diferentes situações, contextos e utilidades, soluções em forma de aplicativos podem ser desenvolvidas para entregar maior facilidade, qualidade de serviços, resultados e satisfação aos usuários, o que é um atributo, além de desejável para a melhoria na vida delas, extremamente competitivo para qualquer organização.

E então, sua empresa está buscando formas de melhorar e sobreviver à crise também com novas ideias de criação de tecnologia? Precisa de ajuda nesse sentido? Fale com a Faicon! Podemos fazer muito pelo desenvolvimento de suas soluções inovadoras!

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