Economia colaborativa e metodologia ágil: como se interligam?

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O mundo está vivenciando constantes transformações à medida em que novas tecnologias, ideias e modos de interação se inserem dia após dia em nossas vidas.

Com a facilidade trazida pelos novos canais de comunicação, aplicativos, ferramentas online e tantas outras soluções do tipo, as pessoas passaram a consumir e a “ofertar” diversas coisas de maneiras alternativas — e antes inimagináveis.

A troca de informações e o “fervilhamento” de dados em uma velocidade bastante acirrada, unidos à quebra de barreiras geográficas por meio da internet, tornaram natural a formação de um ambiente propício à criatividade.

Do mesmo modo, incentivou a proposição de novas formas de colaborar.

Isso mudou a maneira como as pessoas enxergam o acesso a uma série de serviços hoje em dia.

Em simples palavras: a tecnologia e o rompimento de modelos tradicionais de pensamento alterou a nossa realidade atual.

As empresas já estão sentindo também esse choque.

E os desafios trazidos pela nova conjuntura podem (e só serão, na verdade) ser driblados pelas organizações que aprenderem a reconhecer a necessidade de atualizar processos e métodos também!

Quer descobrir melhor como tudo isso representa uma situação que merece atenção? Então acompanhe as explicações a seguir:

O que é economia colaborativa?

Economia colaborativa é uma espécie de novo conceito que se forma em torno da maneira como as pessoas interagem (e também as empresas) estando relacionado à maior colaboração de fato.

Isso altera um pouco o cenário até então tradicionalmente capitalista e predatório que se conhece em peso ao longo da história.

Ou ao menos muda esse conceito para algo mais conhecido agora como capitalismo consciente.

As pessoas estão aprendendo a repartir, a se ajudar.

E as empresas estão tendo que reconhecer essas mudanças para continuarem sendo, digamos, “necessárias”.

Isso porque as pessoas muitas vezes não mais terão de adquirir produtos ou contratar serviços especificamente da forma como o faziam até pouco tempo atrás sempre que quiserem desfrutar de alguma coisa.

Logo, as empresas vão ter que entender, mais cedo ou mais tarde, que é necessário adaptar produtos, serviços e modalidades de interação com seus públicos.

O que ela muda para os negócios?

Quando uma ideia nova, que pode representar “ameaça” ao tipo de serviço que você oferece,  é lançada no mercado, sua organização não pode enxergar isso como perda de oportunidade simplesmente.

Antes, é preciso adaptar-se à “cultura da ajuda” e da “entrega de valor” para conseguir lançar soluções competitivas, reinventar processos e produtos e ser capaz de colocar tudo isso no mercado em tempo hábil.

Ou seja, aproveitar os insights, tirando-os “do papel” e atingindo o time-to-market sem perder em desempenho.

Isso ajuda a conquistar a boa aceitação dos consumidores e parceiros que precisam ser alimentados continuamente por soluções agregadoras.

É importante lembrar que uma série de fatores entram nessa análise: a economia colaborativa, ao causar uma reflexão nas pessoas referente ao modo como consomem, também esbarra em outras questões modernas como sustentabilidade e cobrança de observância a valores.

Isso significa que a empresa vai precisar também trabalhar aspectos culturais e de sua comunicação.

É um efeito cascata que atinge o mercado em diversas frentes.

Ao fim de tudo, podemos logo concluir também que a economia colaborativa, no teor de sua essência, é um campo fértil para o desabrochamento de novas ideias.

Essas, por sua vez, precisarão tomar forma para permitir às pessoas o usufruir de novas modalidades de serviço, utilização de produtos e compartilhamento em diversos níveis.

E a metodologia ágil? O que faz?

Já que estamos tratando de avanços, outro ponto que chama atenção, mas que requer explicação à parte, é a questão das chamadas metodologias ágeis ou métodos ágeis.

Vendo-se compelidas a acelerar a produtividade e resultados sem abrir mão da qualidade, as empresas passaram a considerar a necessidade de ter novos métodos de trabalho.

Em uma sociedade cada vez mais conectada e impactada pela tecnologia elas têm sido adotadas para tornar viável a transformação digital.

Isso vem ocorrendo no planeta de modo que as empresas consigam conduzir seus projetos de forma otimizada e mais rápida.

É o caso da metodologia ágil.

Afinal, em meio a tanta competitividade, é natural que as empresas precisem encontrar formas de desenvolver soluções diferenciadas em menor tempo.

Também entregar valor mais rápido a seus clientes e, consequentemente, se destacar de seus concorrentes.

A proposta conhecida como metodologia ágil, nesse contexto, surge para ajudar as empresas a agilizarem processos antes burocráticos.

Ela prioriza o desenrolar do trabalho e otimização de tempo sem perder de vista a qualidade das soluções. O Scrum, por exemplo, divide o projeto em sprints e garante isso.

Aliás, esse é outro ponto de extrema importância: na metodologia ágil pode acontecer uma divisão de etapas mais benéfica à constante verificação do desempenho.

Ao final, consegue-se agilidade sem perder performance da solução do projeto.

Também se ganha fluidez na possível detecção de falhas em seu decorrer, permitindo pronta intervenção.

O gerenciamento de softwares ganha notoriedade nesse aspecto também pois sempre que uma empresa for desenvolver algo novo baseado em métodos ágeis, terá de implementar um grupo de medidas que ajudarão no maior controle da solução e, por conseguinte, em maior eficiência nas entregas e condução dos trabalhos

Em que as duas coisas podem estar inteligadas?

Conforme o estudo denominado “Sharing Economy Logistics — Rethinking Logistics with access over ownership”, da DHL, a economia colaborativa vai valer 335 bilhões de dólares em 2025.

Por aí dá para se ter uma noção do quanto ela representa hoje e de suas perspectivas, seu potencial de crescimento.

Acontece que tanto economia colaborativa quanto metodologia ágil fazem parte da mesma realidade de disrupção de modelos tradicionais.

Isso impõe novos desafios para as empresas.

A partir de agora as companhias terão que olhar para o mercado e para os consumidores com olhos diferentes.

Será necessário entender sempre quais serão as novas tendências de consumo e pensar em diferenciais para continuar representando vantagem a eles de alguma forma.

Soluções mais complexas ou produtos mais caros, mas que revertem poucos benefícios ou comodidade na prática podem começar a serem substituídos por soluções mais simplificadas.

Por essa razão as empresas, mais do que nunca, terão de aprender a dar atenção para seu potencial criativo e de entrega de resultados.

Ou seja, mais uma corrida competitiva a vencer. O bom, contudo, é que soluções e ferramentas de auxílio também já estão aí para isso!

E sua empresa? Está preparada para enfrentar as mudanças da era digital, da economia colaborativa e da modernização de processos para resultados melhores e mais rápidos?

Já conta com metodologias ágeis e processos inovadores de desenvolvimento de soluções para apoiar tal evolução? Precisa de ajuda nesse sentido? Entre em contato com a Faicon!

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